No Auto Posto Jardim Europa, localizado em Vargem Grande Paulista, um caramelo de porte pequeno conquistou o coração de funcionários e clientes. Cleitinho, um vira-lata que chegou ao local em setembro de 2024 após ser atropelado, agora desfruta de uma nova vida repleta de cuidados e afeto.
A história de Cleitinho
Resgatado com uma luxação em uma das patas, Cleitinho foi tratado pelos trabalhadores do posto, que não apenas ofereceram cuidados médicos, mas também abrigo e alimentação. Gradualmente, o cão se adaptou ao ambiente movimentado e conquistou o carinho de todos ao seu redor, tornando-se o mascote oficial do estabelecimento.
Uma rotina especial
Atualmente, Cleitinho vive uma rotina cheia de mimos e atenção. Ele possui um uniforme personalizado, um crachá de gerente e até mesmo uma casinha no posto. Os funcionários e os clientes interagem com o cão, que é frequentemente visto recebendo carinho e desfrutando de momentos de descanso entre um atendimento e outro.
Entendendo o conceito de cão comunitário
O caso de Cleitinho se encaixa na categoria de cães comunitários, que são definidos por três pilares: a ausência de um tutor único, o vínculo territorial com a comunidade e o reconhecimento legal. Em São Paulo, a Lei Estadual nº 12.916/2008 regulamenta a situação desses animais, permitindo que sejam cuidados por um grupo de pessoas sem a necessidade de um dono formal.
Benefícios para a comunidade
Além de proporcionar companhia, cães comunitários como Cleitinho ajudam a criar um ambiente mais seguro, evitando a entrada de cães desconhecidos que possam representar riscos. O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo recomenda que esses animais sejam reconhecidos e cuidados, promovendo a saúde e o bem-estar tanto deles quanto da comunidade em que vivem.

